AUTOESTIMA.
O excesso de autoestima muitas vezes nos conduz ao caminho do engano.
Nos convencemos de que as pessoas que nos olham e não tem nada com a nossa vida não são problemas para a forma de nos comportarmos, seja no andar, na maneira que conversamos, ou jeito de vestir ou falar.
Na verdade todo excesso é prejudicial quando através do mesmo nos convencemos de que estando bem conosco é o que interessa, isso não é totalmente verdade.
Muitos tem aderido a um modo relaxado de vida, não no sentido de descanso ou tranquilidade, mas no tocante ao zelo próprio e tem vivido uma vida desregrada sem se preocupar com que tipo de impressão está passando aos observadores de plantão.
É preciso ter autoestima sim, desde que nossa preocupação com o que pensam de nós não seja ignorado. Imaginem o caso de um candidato a uma vaga de emprego, se não levar em consideração o fato de exigirem uma boa aparência, linguajar adequado, boa dicção, postura, etc...
Não se pode dizer a si mesmo o jargão usado por muitos " seja o que Deus quiser " nem tão pouco " vou tentar a sorte " afinal de contas estamos em busca de objetivos e precisamos preencher todos os quesitos exigidos.
Outros dizem quando o assunto é amizade ou vida amorosa, " Quem quiser gostar de mim tem que me aceitar do jeito que sou " este é outro motivo que tem levado muita gente a um isolamento a uma marginalidade.
Vivemos em um mundo seletivo onde quem escolhe ser nosso amigo ou amiga nos elegerá ou não pelo que realmente somos e não o que parecemos ser.
Precisamos ser otimistas, não deixar que os complexos de inferioridade nos assombre, portanto é necessário termos uma autoestima vigiada para não cairmos em nossas próprias armadilhas.
PSE. TxT 27/10/20
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